Eduardo Bueno: “Um povo que não conhece a sua História está condenado a repeti-la” (imperdível!!!!)
Um povo que não conhece a própria história está condenado a repeti-la. E, é o que se diz, o brasileiro não tem memória. Embora chavões, essas sentenças são, para o jornalista e historiador Eduardo Bueno, verdades que se cruzam de modo comprometedor para o Brasil.
Eduardo Bueno toca em algumas feridas muito incômodas para a maioria dos historiadores brasileiros. Sua leitura crítica da nossa História incomoda aqueles que preferem a narrativa romântica (típica dos contos de fadas) que nos foi apresentada na escola.
Uma das suas iniciativas mais recentes está sendo veiculada atualmente no canal History Channel Brasil. Trata-se de uma série de filmetes onde ele conta a História do nosso país abordando aspectos pouco discutidos nos tradicionais livros de História.
Indiscutivelmente, uma das melhores iniciativas da História da televisão (aberta e fechada) brasileira!
Vale a pena conferir todos os filmes!
- Rouba mas faz (Ademar de Barros)
- O início da corrupção no Brasil
- A história da favela
- O tardio fim da escravidão no Brasil
- O reinado de Dom Pedro II
- A primeira Constituição brasileira
Simplesmente imperdível!!!!!!
Hélio Teixeira é profissional de comunicação e pesquisador da Cultura Digital e dos processos comunicacionais mediados pelas novas mídias. Estudioso das tecnologias sociais digitais e dos mecanismos agregadores de inteligência coletiva em ambientes digitais. Participante ativo, com contribuições destacadas, em diversos fóruns acadêmicos de discussão da temática da Comunicação mediada por meios digitais nos Estados Unidos e na Europa. Atualmente dedica boa parte do seu tempo ao estudo da Psicologia Social aplicada ao que ele chama de “ambientes visuais-deliberativos digitais”.
Editor do Blog Chapa Branca. Veja os artigos já publicados por ele. Siga ele no Twitter!




[...] Fonte da citação acima: http://comunicacaochapabranca.com.br/?p=18086 [...]
[...] vídeos da série “Povo que não conhece a sua História está condenado a repeti-la” produzida pelo History Channel e estrelada pelo grande Eduardo Bueno. Se você não ainda não [...]
Ausência de criticidade e excesso de anacronismos são as características da fala deste cidadão. Conceitos e ideias do presente não devem ser levados em conta numa análise histórica…
Textos totalmente factuais. Exemplo ímpar de como não se deve conduzir uma pesquisa histórica coerente. Eduardo Bueno deixa transparecer completamente sua falta de conhecimento em relação à teoria historiográfica, expondo, assim, um posicionamento que implica em resultados tendenciosos e não condizentes com o ofício de um historiador.
A história das favelas é um tapa na cara de todos aqueles que aprenderam da maneira de que foram os negros depois que foram libertados da escravidão que começaram a construir favelas
Ótimo e não vejo nada de tendencioso, como os comentários dos intelectuais ai de cima.
Esse cara ‘e bom.
O problema do Eduardo Bueno é achar que a História tem que ser caricatural, curiosa, pitoresca. Que, se não for assim, não tem graça. Aí, pra chegar a isso, ele “força a barra”, caindo em anacronismos típicos.
Outra coisa é essa matéria que quase pinta o Eduardo Bueno como o porta bandeira de uma revolução contra a “história romântica”. Se o autor do texto houvesse pesquisado um pouco, teria visto que as grandes obras contemporâneas de História e de historiografia nacionais já têm feito essa revisão há algumas décadas. E que a História “apresentada nas escolas” já passa, constantemente, por essa revisão…