Como não se fazer um vídeo…
Qui, 9/09/10 – 10:28 | Nenhum Comentário

Para aqueles que pensam que tudo são flores na indústria da publicidade norte-americana, aqui vai uma verdadeira ducha de água fria, ou melhor, uma ducha de amadorismo e incompetência. Pouquíssimas vezes eu vi algo tão …

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Interlegis II – Planejamento de Comunicação

Postado por Hélio Teixeira em Terça-feira, 2 Junho 20092 Comentários

plano-de-comunicacao-interlegis

Neste podcast Hélio Teixeira fala sobre a política de comunicação do Interlegis II, a gestão da marca Interlegis e a necessidade da criação de um Plano de Comunicação para a nova fase do Projeto. 

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2 Comentários »

  • Morale says:

    Para registro, transcrevo a resposta postada na GICOM:
    =====================================================

    Caro Hélio, entendo que as proposições, de um modo geral, quando
    apresentadas, quaisquer que sejam elas, devam ter a atenção de todos
    pois a troca de idéias e experiências quase sempre trazem como
    resultados melhores práticas e senso comum sobre opiniões e, também, a
    otimização dos recursos que são disponibilizados. Como participei do
    Programa Interlegis (fase I) me vejo impelido a fazer algumas
    ponderações ao que escreveu:

    - O Programa Interlegis tem claro os seus objetivos, metas e, sabe aonde
    quer chegar.

    - Tudo o que conquistou, na sua primeira fase, não teria sido possível
    sem planejamento.

    - No que tange à Comunicação, o Programa criou infraestrutura necessária
    com a implantação da RNI, interligando as Assembléias Legislativas;
    promoveu n+kapa eventos, não saberia precisar, nesse momento, mas creio
    que mais de uma centena, comunicando e promovendo ações de modernização
    e de fomento para o uso de tecnologias como a videoconferência, não
    somente no âmbito do legislativo, e a internet; incentivou o uso de
    computadores e a melhorias de processos com o uso da tecnologia da
    informação, distribuindo kit mínimo de equipamentos e de produtos para
    mais de 3500 câmaras. Nesse ponto discordo da sua visão, porque de fato
    não foram adesões compradas – houve um trabalho de conscientização da
    necessidade delas se reestruturarem introduzindo a tecnologia como fator
    indispensável para a modernização;

    - A área de capacitação com os cursos à distância, apoiada que foi pelas
    áreas de tecnologia e de comunicação, teve desempenho fantástico
    atingindo milhares de alunos, algo como 7k/ano.

    - Desde o início, fez uso da internet e por meio de seu portal publicou
    matérias e assuntos relevantes para o Legislativo, atendeu as Casas
    aderidas, tendo, para isso, criado espaço próprio a cada uma delas para
    que publicassem suas próprias informações e as administrassem de modo
    independente sem a interferência do Interlegis. Para isso, cada casa
    tinha um administrador de seu espaço no portal Interlegis. O portal
    modelo veio como uma evolução do processo de comunicação permitindo
    descentralizar não somente o conteúdo, mas também a forma. Havia o
    entendimento de que não cabia ao Interlegis ficar mantendo as
    informações de todas as Casas em seu portal. Ou seja, além de
    disponibilizar os meios para que as casas legislativas aderidas
    publicassem suas informações, incentivou (e vem incentivando) o uso da
    tecnologia da informação e atuação independente. Para aquelas, como vc
    citou, que não têm condições mínimas, o Interlegis está se dispondo a
    suprir também a hospedagem. As atividades de campo permitiram ao
    Interlegis entender as realidades das Casas e, com isso, reorientar a
    sua atuação, segundo os níveis de maturidade em que se apresentam.

    - Discordo de que existam promessas ou mensagens irreais, apenas como
    todos sabemos, o legislativo é por si um ambiente político e, nem
    sempre, se tem a tempo e a hora todos os instrumentos necessários para
    voar em céu de brigadeiro.

    - Por fim, continuo acreditando que as Comunidades também têm papel
    fundamental de indução do processo de modernização.

    []’s
    Morale
    SPDT/Interlegis

  • Hélio Teixeira says:

    Mestre Morale,

    Concordo em gênero, número e grau com as suas sábias palavras. Mas
    quero fazer algumas considerações sobre alguns pontos:

    Em primeiro lugar, concordo que o Interlegis tem um rumo. Isso nunca
    esteve em questão em nossa discussão.

    Quando falei sobre “rumo”, falei num contexto específico e restrito à
    comunicação. O meu alerta foi no sentido de que antes de se fazer
    qualquer campanha pelo “crescimento” das comunidades, era necessário
    termos objetivos claros dentro da própria política de comunicação.

    Em segundo lugar, acredito que os avanços alcançados pelo Programa
    foram frutos de um planejamento muito bem feito. Isso também nunca
    este em questão. Quando falei no Planejamento, me referi ao
    planejamento de comunicação, ou melhor, sugeri que o nosso Plano de
    Comunicação tivesse entre as suas prioridades o fortalecimento das
    nossas comunidades.

    Para você ter uma idéia do que estou falando, a Comunidade Gitec tem
    apenas 304 participantes segundo informações do grande Rodrigo Luz
    (http://comunicacaochapabranca.com.br/?p=6306). Isso mesmo, a nossa
    principal comunidade, aquela que temos tanto orgulho de já ter
    alcançado a tão sonhada “massa crítica”, tem apenas 304 participantes,
    mesmo após a adesão massiva que aconteceu recentemente no PPM.

    Se levarmos em consideração que temos hoje cerca de 4200 casas
    inscritas e/ou beneficiadas pelo Programa com computador, impressora,
    etc…, o que dá uma média de 0,072 inscritos por casa. Convenhamos
    esse número é muito acanhado.

    Claro, como eu já falei, quantidade e qualidade nem sempre são
    grandezas diretamente proporcionais, mas acredito que se houvesse uma
    política de comunicação focada no crescimento das nossas comunidades,
    esse número poderia ser muito maior!!!!

    Outra questão que coloquei e defendo ardorosamente, e por isso sugeri
    a discussão aqui, é que em nosso plano de comunicação tenhamos uma
    espécie de “cláusula pétrea”, que afirmasse com todas as letras, “TODO
    EVENTO PATROCINADO PELO INTERLEGIS, DEVE TER COMO OBJETIVO PRIMÁRIO OU
    SECUNDÁRIO O FORTALECIMENTO DAS NOSSAS COMUNIDADES”.

    Como se daria isso. Quando falo em objetivo primário, estou falando
    dos eventos voltados especificamente para as comunidades, encontros
    presenciais, reuniões e video conferências…

    Quando falo de objetivos secundários, estou me referindo aqueles
    eventos que não teriam uma outra finalidade além daquela específica de
    promover as nossas comunidades. Vou dar um exemplo: Digamos que o
    Interlegis promova um evento para discutir a Lei de Responsabilidade
    Fiscal- LRF. Você me perguntaria, como um evento que fale sobre LRF
    poderíamos desenvolver alguma ação específica de valorização das
    nossas comunidades?

    Existem várias possíveis respostas para esta pergunta, vou citar as
    mais simples. Em primeiro lugar, dentro do kit de material que
    normalmente é distribuído neste eventos poderia ter um folder ou
    qualquer outra peça de mídia impressa que se destinasse a divulgar ao
    menos a existência das nossas listas de discussão.

    Uma outra alternativa seria utilizar o próprio material de divulgação
    do evento para divulgar de maneira criativa as nossas comunidades.

    Ou ainda, durante o evento entre uma palestra e outra veicularmos um
    vídeo ou uma mensagem falada pelo próprio mestre de cerimônia do
    evento, falando especificamente das nossas comunidades.

    Grande abraço do seu amigo, que como você, está lutando pela melhoria das ações do Programa,

    Hélio Teixeira

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