“Prezado motorista, eu sou um ciclista”
Mon, 25/08/14 – 14:11 | Nenhum Comentário

A ONG ENDEVR, mais conhecida como a criadora da pulseira médica MyID, lançou a campanha “Dear Motorist” (Prezado Motorista) com o objetivo de promover a segurança da atividade ciclista nos EUA.
Segundo dados fornecidos …

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Autismo: a educação é o melhor tratamento (Ótima campanha!!!)

Postado por em Wednesday, 19 August 200911 Comentários

autismo-capa

No último dia 6 de Agosto, a Treehouse, entidade britânica dedicada à educação de crianças com autismo, lançou uma campanha de sensibilização para a importância do tratamento precoce para crianças com autismo.

A campanha inclui três diferentes imagens que mostram os desafios enfrentados pelas famílias com crianças autistas em  situações cotidianas. Todas as peças trazem a seguinte mensagem de alerta: “Quanto mais tempo uma criança com autismo fica sem ajuda,  mais difícil fica para ela chegar até nós.” A campanha é compostas por 300 cartazes de mídia externa (veja abaixo) que foram espalhados por toda a Inglaterra , Escócia e País de Gales durante o mês de Agosto e anúncios também serão veiculados nos principais veículos de comunicação desses países.

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A Treehouse acredita que através de uma educação adequada, é possível transformar a vida dos jovens com autismo e as vidas de suas famílias. O site da campanha oferece às famílias informações úteis sobre a relação entre o autismo e a educação, além de oferecer oportunidade das famílias conecta-las com outras famílias afetadas pelo autismo.

Autismo

O autismo é uma desordem global do desenvolvimento. É uma alteração que afeta a capacidade da pessoa comunicar, estabelecer relacionamentos e responder apropriadamente ao ambiente – segundo as normas que regulam estas respostas.

Algumas crianças, apesar de autistas, apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam importantes retardos no desenvolvimento da linguagem. Alguns parecem fechados e distantes, outros presos a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento. Os diversos modos de manifestação do autismo também são designados de Espectro Autista, indicando uma gama de possibilidades dos sintomas do autismo.

Um dos mitos comuns sobre o autismo é de que pessoas autistas vivem em seu “mundo próprio” interagindo com o ambiente que criam; isto não é verdade. Se, por exemplo, uma criança autista fica isolada em seu canto observando as outras crianças brincarem, não é porque ela está desinteressada nessas brincadeiras ou porque vive em seu mundo, é porque simplesmente ela tem dificuldade de iniciar, manter e terminar adequadamente uma conversa.

Outro mito comum é de que quando se fala em uma pessoa autista geralmente se pensa em uma pessoa retardada que sabe poucas palavras (ou até mesmo que não sabe nenhuma). A dificuldade de comunicação, em alguns casos, está realmente presente, mas como dito acima nem todos são assim: é difícil definir se uma pessoa tem retardo mental se nunca teve oportunidades de interagir com outras pessoas ou com o ambiente.

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11 Comentários »

  • eunice says:

    Sou professora de educação física na APAE e trabalho especificamente com o autismo. Utilizo o trabalho de circuíto no momento mas gostaria de saber mais sobre esta intervenção como o método teach ou pep para minha área. Obrigado
    Gostei do artigo e acho que ode especificar os tipos pois existem os hiperativos e os que tem déficit de atenção dentre outras , na verdade toda orientação é bem vinda.

  • luciana tobias says:

    adorei as informações passadas por vocês! achei super interessantes. Mas gostaria de pedir mais informações sobre o método teach para trabalhar com autistas. Pois sou professora de um aluno especial autista de 7 anos, e gostaria de saber mais sobre o assunto para melhorar o meu planejamento e assim poder ajuder melhor esse meu presente divino que é este aluno autista que tenho!!! Toda orientação é bem-vinda!

  • Hélio Teixeira says:

    Luciana e Eunice,

    Aqui estão mais informações sobre o Autismo:

    Histórico

    Foi descrito pela primeira vez em 1943, pelo médico austríaco Leo Kanner, trabalhando no Johns Hopkins Hospital, em seu artigo Autistic disturbance of affective contact, na revista Nervous Child, vol. 2, p. 217-250. No mesmo ano, o também austríaco Hans Asperger descreveu, em sua tese de doutorado, a psicopatia autista da infância. Embora ambos fossem austríacos, devido à Segunda Guerra Mundial não se conheciam.

    A palavra “autismo” foi criada por Eugene Bleuler, em 1911, para descrever um sintoma da esquizofrenia, que definiu como sendo uma “fuga da realidade”. Kanner e Asperger usaram a palavra para dar nome aos sintomas que observavam em seus pacientes.
    O trabalho de Asperger só veio a se tornar conhecido nos anos 1970, quando a médica inglesa Lorna Wing traduziu seu trabalho para o inglês. Foi a partir daí que um tipo de autismo de alto desempenho passou a ser denominado síndrome de Asperger.
    Nos anos 1950 e 1960, o psicólogo Bruno Bettelheim afirmou que a causa do autismo seria a indiferença da mãe, que denominou de “mãe-geladeira’”. Nos anos 1970 essa teoria foi rejeitada e passou-se a pesquisar as causas do autismo. Hoje, sabe-se que o autismo está ligado a causas genéticas associadas a causas ambientais. Dentre possíveis causas ambientais, a contaminação por mercúrio presente em vacinas tem sido apontada como forte candidata, assim como problemas na gestação. Outros problemas como infecção por cândida, contaminação por alumínio e chumbo também devem ser considerados.

    Apesar do grande número de pesquisas e investigações clínicas realizadas em diferentes áreas e abordagens de trabalho, não se pode dizer que o autismo é um transtorno claramente definido. Há correntes teóricas que apontam as alterações comportamentais nos primeiros anos de vida (normalmente até os 3 anos) como relevantes para definir o transtorno, mas hoje se tem fortes indicações de que o autismo seja um transtorno orgânico.

    Entretanto, não se desconsidera o fato de que há de se cuidar dessas crianças o quanto antes, inserindo-as num tratamento que leve em consideração sua subjetividade, seus afetos e sentimentos, e não apenas o aspecto comportamental. Donald Winnicott , importante pediatra e psicanalista inglês, contribui com suas formulações, a partir da prática clínica, para interrogar se o autismo de fato existe enquanto quadro nosográfico.

    Além dos conceitos psicanalíticos é muito importante que se avalie o individuo como um todo, e se trate diretamente das causas, que são os desequilíbrios metabólcos do organismo.

    Definição

    Autismo é uma desordem comportamental causada por mudanças súbitas em certas áreas do cérebro. Atualmente (2008), 1 em cada 150 crianças é diagnosticada com autismo nos Estados Unidos e o número é crescente. As causas biológicas exatas do autismo e das desordens do espectro autista são desconhecidas e são um grande desafio para a sociedade. Embora não haja uma malformação cerebral, estudos recentes têm observado mudanças bruscas em algumas áreas do cérebro de pacientes autistas, incluindo um aumento moderado, que parece acontecer durante o desenvolvimento do cérebro fetal ou na 1.ª infância. Fatores genéticos, ou a exposição do cérebro em desenvolvimento a alguma toxina ambiental ou infecção, pode ser a causa dessas anormalidades. O impacto cerebral pode piorar durante a vida, enquanto o indivíduo é continuamente exposto a tais fatores ambientais, ou dentre aqueles com incapacidade de quebrar e se livrar dessas toxinas.
    No cérebro normal, essas áreas coletivamente conhecidas como o sistema límbico, estão envolvidas em atividades complexas como encontrar significado nas experiências sensoriais e perceptivas, no comportamento social, na emoção e na memória. O sistema límbico também está envolvido no controle de complexos movimentos habituais como, aprender a se vestir e se lavar, ou participar de atividades coletivas. A estrutura límbica, está envolvida em diversos processos desde a criatividade artística, ao aprendizado de uma habilidade, reconhecimento de estruturas faciais, a ligação emocional, a agressão e ao vício. Então, anormalidades nessa área cerebral, cortam ou proporcionam impressões destorcidas da realidade, levando a inabilidade de efetivamente se relacionar com o mundo a sua volta, provocando um isolamento social.

    Pessoas com autismo podem ficar presas a um mundo de comportamentos ritualísticos, com variável incapacidade de interagir com as pessoas a sua volta. Uma pequena parcela mostra uma notável habilidade para executar algumas tarefas como tocar piano, executar cálculos matemáticos complexos, enquanto ao mesmo tempo não conseguem se alimentar sozinhos ou se vestir.

    Os aspectos biológicos e comportamentais do autismo, remetem a desordens como a esquizofrenia, epilepsia e outras tantas raras condições neurológicas pediátricas.

    Desordens da química cerebral, particularmente envolvendo os neurotransmissores dopamina e serotonina, que protagonizam um papel importante no movimento e funcionamento do sistema límbico, têm sido apontadas. Ligações entre anomalias genéticas responsáveis pelo desenvolvimento do cérebro estão sob investigação. Descobertas recentes sugerem anomalias no sistema digestivo, e estudos mostraram que os sintomas de alguns pacientes são agravados por determinados fatores dietéticos que resultam possivelmente das alterações de populações bacterianas no sistema digestivo.

    Há ligações entre várias desordens inflamatórias, tais como artrite reumatóide e recentes evidências de processos inflamatórios em curso no cérebro. Isto sugere que as alterações no sistema imunitário ou em alguns fatores ambientais possam contribuir para o autismo também. Parece que estes compostos biológicos alteram direta ou indiretamente a função do cérebro em níveis variados. Entretanto, uma hipótese unificadora para essa desordem que considere todas essas observações ainda não foi encontrada. O autismo é claramente uma desordem do comportamento. Conseqüentemente, uma análise detalhada dessa desordem comportamental complexa, na condição humana e em modelos de experimentos animais, é absolutamente essencial.

    Um número de compostos metabólicos resultados da digestão alimentar e também os compostos inflamatórios liberados pelo organismo, as citocinas, são conhecidos por ter efeitos profundos no desenvolvimento do cérebro, na função de sistema límbico e finalmente no comportamento.

    Características do autismo

    Nem todo autista é igual, existem autistas mais sociais que outros, outros são mais intelectuais, e assim por diante. Por isso dá-se o nome de Espectro Autista a estas diferentes manifestações do autismo: o autismo tem vários níveis, desde os mais graves (o autismo típico em que as pessoas geralmente pensam) até os casos mais sutis. Muitos autistas não são muito diferentes de pessoas tidas como “normais”: possuem hábitos consolidados, reagem com dificuldade a situações que os desagradam, possuem manias e preferências.
    As características mais comuns do autismo são:

    Dificuldade na interação social (como todo e qualquer indivíduo, por exemplo);

    Dificuldade acentuada no uso de comportamentos não-verbais (contato visual, expressão facial, gestos);
    Sociabilidade seletiva;

    Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades:

    Preocupação insistente com um ou mais padrões estereotipados (movimento circular, por exemplo);

    Assumir de forma inflexível rotinas ou rituais (ter “manias” ou focalizar-se em um único assunto de interesse, por exemplo);

    Maneirismos motores estereotipados (agitar ou torcer as mãos, por exemplo);

    Preocupação insistente com partes de objetos, em vez do todo (fixação na roda de um carrinho ou na boca de alguém que fala, por exemplo);

    Seguir uma vida rotineira e resistir mais do que uma pessoa comum resistiria quando ela é mudada;

    Tendência a uma leitura concreta e imediatista do contexto, seja ele linguístico ou ambiental (“levar tudo ao pé da letra”).

    Diagnóstico

    Para que se tenha um bom prognóstico com relação ao tratamento é preciso que seja realizado um diagnóstico precoce. Um diagnóstico seguro pode ser realizado antes da criança completar dois anos de idade, desde que alguns aspectos clinicos não sejam desprezados. As crianças autistas normalmente tem historico de infecçõs e alto consumo de antibióticos nos primeiros anos de vida. As fezes podem ter aparencia mucosa, e de coloração variante, entre amarelo, esverdeado e avermelhado, e podem ter odor de mofo.Intensa flatulencia. Apresentam sinais caracteristicos de alergias, como olheras, olhos inchados, cilhos compridos. Embora se alimentem bem podem apresentar aspecto de subnutrição. Frequentemente apresentam abdome distendido, e inchado, com intensa movimentação visceral. Apresentam mau hálito. Podem apresentar regressões no desenvolvimento, após uso de vacinas. Mais de 60% das crianças autistas tem pais com histórico de atopia, incluindo asma e alergias de pele. Crianças normotipicas tendem a responder com o olhar quando chamadas pelo nome por volta de 2 anos de idade.

    Exames

    O diagnóstico do autismo é feito clinicamente, mas pode ser necessário a realização de exames auditivos com a finalidade de um diagnóstico diferencial.
    Outros exames devem ser considerados não para diagnóstico, mas com a finalidade de se realizar um bom tratamento. São eles: Ácidos Organicos, Alergias alimentares, Metais no cabelo, Perfil ION, Imunodeficiencias entre outros.

    Relato

    O médico José Salomão Schwartzman, referência no Brasil em Neurologia da Infância e Adolescência, relata um caso interessante de autismo:
    “Na década de 1970, recebi um paciente, R., com cinco anos de idade, encaminhado por uma amiga pscicóloga. Era uma criança estranha, que tinha sido considerada, até pouco tempo antes, como portadora de deficiência mental. Muito embora tivesse apresentado desenvolvimento motor normal, a sua fala e seu comportamento se mostravam muito alterados. Sua mãe relatava que ele havia ficado totalmente mudo até os 3, 4 anos de idade, quando, de um dia para outro, havia começado a ler manchetes dos jornais. Embora pudesse falar a partir de então, somente o fazia quando queria e quase nunca com a finalidade de se comunicar com os outros. Era isolado e parecia bastar-se, ignorando as pessoas que viviam à sua volta. Por outro lado, era muito inquieto e agitado, estando continuamente em movimento. Uma das poucas atividades que o deixavam mais tranquilo era ficar parado em uma das esquinas mais movimentadas de São Paulo observando os ônibus que passavam. Após uma hora de observação, demonstrava estar satisfeito. Chegando em casa, desenhava todos os ônibus que havia observado, com as cores e as placas corretas. Reencontrei R. recentemente. É um adulto algo estranho; não gosta de fixar o olhar no interlocutor; fala de um modo bastante formal. Ao entrar no meu consultório, após todos esses anos, perguntou-me sobre o meu primeiro consultório e demonstrou lembrar-se de inúmeros detalhes de consultas ocorridas há cerca de 30 anos. Contou-me que, quando criança, haviam dito que ele era autista, imagine! Estava muito bem e ganhava o seu dinheiro fazendo ilustrações para cadernos pedagógicos de algumas escolas. Na ocasição, o caso me pareceu singular na medida em que aquela criança, tida como deficiente mental, era seguramente diferente em vários aspectos de outras crianças com deficiência mental. A equipe que atendia R. achou que a melhor hipótese diagnóstica era a de Autismo, condição muito pouco conhecida e de diagnóstico muito difícil àquela época. O quadro, assim diagnosticado, passou a ser da alçada de psiquiatras e psicólogos. Para mim, então, tratava-se de uma patologia que não envolvia problemas relacionados a funções do sistema nervoso. Os tempos mudaram, e hoje sabemos que o Autismo é uma condição de bases biológicas e bem mais freqüente do que se acreditava. Há, na verdade, quem cite números muito maiores, o que decorre não somente de um maior conhecimento a respeito do assunto e, portanto, de uma identificação mais freqüente, mas também de um conceito que tem se expandido nos últimos anos, permitindo que quadros que anteriormente não receberiam este diagnóstico possam ser assim rolulados.”[1]

    Tratamentos do Autismo

    Até o momento, os pesquisadores ainda não identificaram claramente os fatores causais do autismo. No entanto, terapeutas e pais de pessoas com autismo têm experimentado diversas formas de ajudar as pessoas com autismo. Muitas abordagens de tratamento têm sido desenvolvidas – cada uma com diferentes filosofias e metodologias. Hoje o que sabemos é que o autismo é tratavel, curas e grandes melhoras já são relatadas por todo o mundo.

    Devido ao fato de o autismo não ser uma doença exclusivamente mental, e sim um problema organico que afeta vários sistemas o tratamento deve ser muito cauteloso, além de abrangente.

    Destacando o tratamento biológico e a abordagem Son-Rise. A metodologia TEACCH (Treatment and Education of Autistic and related Communication-handicapped Children) objetiva aumentar o funcionamento independente.

    A terapia ABA que consiste na analise do comportamento do indivíduo, também tem apresentado muitas respostas positivas.
    O tratamento biológico é baseado na normalização das funções bioquímicas do organismo, além do aumento da imunidade e eliminação de possíveis metais pesados presentes no organismo (destacando-se o alumínio, o chumbo e o mercúrio).
    Son-Rise é uma forma de abordagem cognitiva, que leva a criança a um estado de intensa conexão com o terapeuta, o que possibilita o desenvolvimento de habilidades sociais.

    Podemos destacar também as dietas sem glúten e caseína, suplementação de vitamina B6 e uso de camara hiperbárica.
    Outras possibilidades de tratamento estão sendo estudadas por pesquisadores na área bioquímica e nutricional.

    Estudos

    Alguns estudos tem sido conduzidos a fim de tentar estabelecer algumas predisposições para o autismo. Nesse sentido pesquisadores já haviam percebido que as crianças que foram expostas a concentrações elevadas de testosterona fetal exibiam algumas características de adultos com distúrbios autísticos, tais como evitar olhares diretos, desenvolver menos áreas de interesse e dificuldades de estabelecer relacionamentos. Verifica-se também uma predisposição para o sexo masculino com uma prevalência relativa (masculino:feminino) de 3,7:1 a:1

    Essas constatações levaram o psicólogo Simon Baron-Cohen a investigar essas correlações a partir de amostras do fluido amniótico colhidas durante a fase pré-natal com o desenvolvimento das crianças, obtendo algumas evidências para a predisposição do autismo.[4] Outros estudos recentes tentam correlacionar o autismo com a predisposição genética. Estudos mostram que crianças autistas submetidas a 40 horas em camara hiperbárica com saturação de oxigênio de 20% tiveram melhora significativa em seu desempenho social e fala. Crianças que tomaram doses elevadas (250 mg)de carnosina tem maior desenvolvimento da fala. Estudos apontam que a vitamina B6 tem se mostrado mais eficiente que todos os medicamentos para se melhorar sintomas de falta de sono, comportamentos atipicos e convulsões. Em 2009, James Watson, um biólogo que participou da descoberta da estrutura do DNA, lançou uma nova teoria para explicar a suposta genética da inteligência. Nessa teoria, que também é estudada por grupo de pesquisadores da Universidade do Colorado, os genes que predisporiam algumas pessoas a habilidades intelectuais elevadas seriam os mesmos que disparam doenças como autismo e esquizofrenia. Apesar de polêmica, a teoria de correlacionar dados sobre algumas formas de autismo e esquizofrenia a uma herança genética também associada a algumas formas de inteligência vêm apresentado resultados positivos dentro da ciência genética da biologia associando também questões ligadas à teoria da evolução de Darvin.

    Grande abraço,

    Hélio Teixeira

  • Leonardo says:

    Ola,

    Realmente temos visto muitas melhoras na comunicacao de pacientes autistas que fazem sessoes de Camaras hiperbaricas aqui nos EUA. alem disso, o uso do Pediasuit ( pediasuit.com) ajuda naparte sensorial e as criancas acabam interagindo melhor durante as sessoes de terapia.

    Infelizmente, mesmo aqui nos EUA ainda ouvimos muitos pediatras falando aos pais que quando a crianca crescer isso melhora. Os pais tem de ser vigilantes e ativos.

  • analemos says:

    sou mãe de uma criança de 9anos com autismo. É acompanhado pelo Hospital Pediátrico de Coimbra e frequenta o ensino regular – 3º ano e a Unidade de Ensino Estruturado de Autismo. Tem realizado progressões. São lentas mas firmes. Tem natação, terapia da fala, ocupacional e hipoterapia. Gosta de todas. Não fala, a nossa preocupação é torná-lo feliz e com qualidade de vida.
    Como mãe muitas vezes vivo angustiada, infeliz, sem saber o que fazer. Não sei o que será de nós.

  • Érica Sousa says:

    Olá, eu gostaria de saber com relação ao autismo. A minha pergunta é se existe algum tipo de exame que é feito para comprovação de diagnostico e que especialidade medica eu devo procurar para me orientar.
    Aguardo respostas.
    Desde já obrigada pela atenção.

  • claudia says:

    gostaria de saber quem pode fazer no rj um diagnóstico confiável de autismo leve, quando há divergÊNCIAS de opiniões que emitiram pareceres. em quem confiar?

  • luiza santos says:

    meu filho senpre teve quase todos os sintomas de atismo.levei-o a dois psicologos , quando ele tinha 8 anos e aos 13 anos. Porque sempre achei ele muito atrasado em relaçao as outras crianças da idade dele mais os dois me falaram sempre a mesa coisa. que ele nao tinha nada de anormal que era apenas preguiça e imaturidade. Agora meu filho tem 18 anos e continua muito atrasado e com os mesmos sintomas. Eu nunca tinha ouvido falar em autismo.So agora eu tomei conhecimento deste doença.Estou muito preocupada pais ele esta com muita dificuldade no enssino medio , esta cursando o primeiro,pela segunda vez e acho que vai repetir. Tambem esta doido pra trabalhar mais tem dificuldade para pegar onibus e encontrar endereços sozinho.PORFAVOR PRECISO DE AJUDA.OBRIGADA

  • Hélio Teixeira says:

    Oi Luiza,

    Aqui está um programa que pode te interessar muito: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1380550-7823-AUTISMO+DISTURBIO+DE+DIFICIL+DIAGNOSTICO,00.html

    Autismo: distúrbio de difícil diagnóstico – A doença é uma desordem neurológica de difícil diagnóstico. A criança não interage com nada a seu redor, vivendo em um mundo paralelo. Pesquisadores já estudam formas de cura para o autismo.

    Grande abraço

    Hélio Teixeira

  • ana claudia says:

    Olá como faço para usar essas imagens para uma campanha de conscientização sobre o autismo em minha cidade, faço parte de uma associação e achei ótima a maneira que eles abordaram o tema.

    Att: Ana

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