Os jovens do Exército Livre da Síria por Cengiz YAR JR.
Thu, 24/04/14 – 10:03 | Nenhum Comentário

“As linhas de frente da guerra civil síria enxergadas através das ruas e becos da antiga cidade de Aleppo. Defendendo estas linhas existem homens jovens, muitos deles adolescentes, portanto Ak-47 e granadas caseiras.
Eles não …

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Assim não!!!

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O futuro será digital, porém…

Postado por em Thursday, 3 September 20092 Comentários

o-fim-da-midia-impressa

Muito tem se falado sobre a morte anunciada da mídia impressa. São muitos os futurólogos que lhe atribuem sobrevida muito curta; outros, um pouco mais otimistas, fazem projeções um pouco melhores, mas também não hesitam em determinar o fim inexorável da letra impressa; outros, ainda, resistem a acreditar neste destino fatídico e tão radical. Sem dúvida, estou entre esses últimos.

Simplesmente, não consigo vislumbrar um mundo sem livros. Não imagino que a mídia eletrônica consiga, um dia, oferecer uma experiência multissensorial melhor, ou sequer semelhante, àquela que sintimos ao folhear um bom livro.

Apesar de acreditar que o futuro será digital, também acredito [ou pelo menos torço para que isso aconteça rsrsrs] que a mídia impressa perdurará ainda por um bom tempo, pois ao contrário do pensamento de muitos, acredito que ainda existe muito a ser explorado no meio impresso.

Vejam abaixo um uso inusitado e muito criativo da mídia impressa no trabalho do designer novaiorquino Reiner Tiangco, que ilustra muito bem o que quero dizer com: “ainda existe muito a ser explorado…”

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2 Comentários »

  • Sandro Lopes says:

    Muito bom o trabalho desse designer. A mensagem é exactamente o não ter o pudor de “sujar as mãos”, porque essa sujidade também é produtiva. A questão digital afasta-nos cada vez mais da realidade empírica das coisas. Mesmo enquanto designer gráfico muitas vezes trabalho de tal modo afastado e com prazos tão apertados que não tenho tempo para ir sentir os papéis, sentir o cheiro das tintas, ouvir os gritos das máquinas que regorgitam as cores. Eu colecciono tipo de chumbo (caracteres metálicos em relevo espelhado usados para impressão e tipografia que ainda se usam em algumas peças de papelaria em casas mais antigas) e apesar de saber o quanto isso foi reflexo de uma era suja, poluente, era maior a envolvência no processo, valorizando o resultado. Quanto aos livros… não acredito que se extingam. É um património, um objecto de culto. Quem lê por gosto, e em qualquer sítio, gosta de sentir o mono, namorar a capa, usar o marcador para sinalizar o percurso lido, e o quanto falta… e as prateleiras de uma casa, de uma escola ou biblioteca? O quão vazia seria sem as lombadas e os tombos… somos seres racionais, mas ainda não cortámos o laços sensoriais com o mundo. Ainda reagimos aos cheiros, ao áspero e suave, ao preto e ao vermelho. De uma forma um pouco erótica até, quando o conteúdo do livro nos envolve, gostamos mais de tocar as páginas, não? O monitor fica sem magia quando não há electrões, transforma-se num buraco negro, sem vida. O livro abre sempre as portas e revela as suas entranhas, apenas precisa de luz. Quanto muito, num futuro longíquo, o livro será guardado pela memória objectual, mas não esquecido, elevando ainda mais o seu valor.

  • Hélio Teixeira says:

    Amigo Sandro,

    Assino embaixo em suas palavras. Concordo com cada uma delas.

    Parabéns pelo belíssimo comentário amigo!!!

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