Se elas encontrarem, elas vão brincar…
Thu, 17/07/14 – 9:16 | Nenhum Comentário

“Se elas encontrarem, elas vão brincar. Mantenha suas armas em lugar seguro”, esta é a mensagem desse anúncio da EVOLVE, ONG norte-americana, que atua na prevenção da violência armada nos EUA.
A EVOLVE parte do princípio …

Continue lendo »
Assim não!!!

O que uma Organização Pública NÃO deve fazer para realizar uma boa comunicação… Imperdível!!!!

Comunicação Digital

Tire suas dúvidas sobre o universo da Comunicação Digital. Novas mídias, estratégias de comunicação digital…

Comunidade Interlegis

Saiba o que acontece na comunidade mais importante do Poder Legislativo brasileiro.

O Design Público

A comunicação publicitária a serviço do interesse público. Campanhas publicitárias, mobilização social, design…

Tipografia

Discuta, aprenda, crie… e tire suas dúvidas sobre tipografia, design gráfico e comunicação visual.

Home » Comunicação Digital, Digital

Estudo afirma: a “sabedoria das multidões” na web é uma farsa. A multidão não existe!

Postado por em Thursday, 19 November 200939 Comentários

crowd-small

Prezado Hélio Teixeira. Algum tempo atrás, assisti a uma palestra sua e fiquei muito interessada no conceito da chamada “sabedoria das multidões”, exposto com maestria e muita criatividade por você durante a sua palestra. De fato, faz todo sentido, grupos maiores geralmente são “mais sábios” que os menores e as decisões tomadas por grupos heterogêneos também costumam ser muito mais sábias do que aquelas tomadas por grupos mais homogêneos. Aliás, a quantidade de estudos e provas científicas apresentadas por você durante [e após] a sua apresentação, não deixam dúvidas quanto ao forte embasamento científico que dá sustentação a esta tese.

Acontece que, semana passada, fui questionada por um dos meus alunos do curso de pós-graduação em comunicação digital sobre a validade e a aplicabilidade deste conceito em contextos sociais digitais. Ele citou um estudo publicado recentemente pela revista MIT’s Technology Review que, segundo ele, põe em xeque a validade e a aplicabilidade deste conceito em ambientes sociais digitais. Gostaria muito de ouvir a sua opinião sobre as implicações deste estudo. É verdade que o conceito da “sabedoria das multidões” não é aplicável aos ambientes de interações sociais na chamada web 2.0? (Pergunta enviada por Sílvia F. Krummer de São Paulo-SP)

Hélio Teixeira – Prezada Sílvia. Não, não é verdade que o princípio da “sabedoria das multidões” não se aplica aos ambientes de interações sociais na web social, também chamada de web 2.0. Em verdade, o estudo citado por seu aluno não traz essa afirmação nem tampouco põe em xeque a validade do princípio da “sabedoria das multidões”. A leitura atenta das afirmações sustentadas pelo professor da Carnegie Mellon University (CMU), Vassilis Kostakos, autor do estudo, sugere justamente o contrário. Deixe-me explicar melhor.

A expressão “a sabedoria das multidões” ou “wisdom of crowds” dá título ao livro do professor James Surowiecki, publicado no início de 2004. No livro, Surowiecki sustenta que, se juntarmos um grupo de pessoas numeroso o bastante, diverso o bastante e independente o bastante e pedirmos que tomem decisões ou façam previsões sobre qualquer assunto de interesse geral, as decisões ou previsões desse grupo serão intelectualmente superiores (e mais precisas) do que aquelas tomadas por um sujeito isolado ou mesmo um grupo reduzido de experts, por mais inteligente(s) ou bem informado(s) que ele(s) seja(m).

Segundo Surowiecki, os seres humanos estão programados para serem “coletivamente inteligentes” (dadas certas circunstâncias, é claro) e mesmo quando os indivíduos de um grupo agem ou opinam egoisticamente sobre qualquer assunto, desde que sejam preenchidas as condições necessárias (independência, diversidade e meios agregadores) a manifestação média coletiva de grupo é invariavelmente mais sábia que a manifestação individual de quem quer que seja.

A teoria de Surowiecki tem sido usada, com freqüência, para descrever e justificar dois dos mais importantes postulados de sustentação filosófica da web atual:

(1) Sites como a Wikipedia ou sites de noticiais geradas pelos usuários (user-generated news), como o Digg.com, oferecem melhores serviços do que qualquer outro site criado por grupos pequenos. Em outras palavras: de acordo com a teoria defendida por Surowiecki, por mais inteligentes e capazes que sejam os especialistas da Enciclopédia Britânica, eles nunca serão páreo para a “multidão” por trás da Wikipedia.

(2) Os mecanismos de recomendação baseados nos sistemas de ratings dos usuários, em sites como o Amazon.com, funcionam como um mecanismo confiável de avaliação da qualidade de um produto durante os processos de decisão de compra. Segundo o pensamento dominante, esses sistemas são confiáveis pois funcionam  como mecanismo agregador da “sabedoria das multidões” em ambientes de interações sociais na web.

O estudo conduzido pelo professor Kostakos se insurge justamente contra essas duas máximas do atual discurso político digital. Segundo ele, nem os sites de “user-generated news “como Digg.com nem a Wikipedia ou mesmo os ratings sytems de portais como Amazon, IMDb, e BookCrossing, não podem ser considerados mecanismos legítimos de agregação da chamada “sabedoria das multidões” na web. Para ele, isso não acontece pelo simples fato de que não existe uma multidão em nenhum dos contextos em questão.

“Os resultados, obtidos por nós, mostraram que um pequeno grupo de usuários é responsável por um grande número de votos. Na imensa maioria das vezes esse pequeno grupo de heavy users consegue distorcer a opinião da ‘multidão’. Se você tem duas ou três pessoas votando 500 vezes”, diz Kostakos, “os resultados podem não ser representativos da comunidade global. O que, em grande parte, justifica as avaliações extremas (muito bom ou muito ruim) sobre determinados produtos, fato muito comum nesses tipos de sistemas”.

Para realizar a pesquisa, Kostakos trabalhou com uma grande amostra de avaliações on-line. O pesquisador e sua equipe estudaram centenas de milhares de itens e milhares de votos em três sites: Amazon, IMDB, e BookCrossing. Em cada caso, eles descobriram que um pequeno número de usuários é responsável pela imensa maioria dos votos. Por exemplo, no Amazon, apenas 5% dos usuários ativos votam em mais de 10 produtos, enquanto um pequeno grupo de usuários vota em centenas de itens repetidas vezes, o que compromete a representatividade dos resultados obtidos.

“Por outro lado”, afirma Kostakos, “a Wikipédia também não é escrita e editada pela ‘multidão’. De fato, apenas 1% dos usuários da Wikipedia é responsável por metade das edições do site. Enquanto o Digg.com, um site cujo algoritmo é constantemente aperfeiçoado na tentativa de democratizar os votos de seus usuários, ainda permanece um lugar onde um punhado de usuários tem o poder de ‘editar’ a primeira página do site”.

Portanto, está claro que o estudo não questiona a validade do conceito da “sabedoria das multidões”. O que os pesquisadores questionam é a legitimidade do argumento de que os ratings systems e os sites de “user-generated news “ são, de fato, mecanismos agregadores da “sabedoria das multidões” no mundo digital.

Como resolver o problema?

Os sites citados na pesquisa reconhecem as deficiências dos seus sistemas. A Amazon, por exemplo, já anunciou que estuda alternativas que possam resolver estas discrepâncias, permitindo aos utilizadores que votem sobre a utilidade das avaliações oferecidas pelo site. Outra iniciativa importante foi tomada pelo portal Yelp que também está disponibilizando aos seus usuários a oportunidade de avaliar a qualidade das recomendações feitas pelos usuários em suas páginas.

Infelizmente, apesar desses esforços, não há como negar, os pequenos grupos ainda vão permanecer no controle e “ditar” o humor da chamada “opinião popular” nestes sites. Pois a “avaliação da avaliação” proposta pelos sites, também pode ser “distorcida” por essa minoria.

Para resolver essa verdadeira sinuca de bico, acredito que os portais devem investir mais energia na criação de novos instrumentos de transparência. Por exemplo, eles deveriam disponibilizar uma maneira mais fácil de ver um resumo das contribuições de um usuário, o que iria revelar com mais facilidade qualquer atitude preconceituosa.

Outra abordagem promissora foi adotada pelo site Lunch.com, um novo concorrente do Yelp. Os caras atacaram este problema de outro ângulo. Eles criaram um sistema que eles chamam de “Similarity Network” (Rede de Similaridade), que direciona ao usuário as opiniões e sugestões de outros usuários do site que compartilham interesses semelhantes aos seus. Dessa forma, ao invés de olhar para uma lista de opiniões que possam provir de qualquer pessoa, mesmo aquelas com visões e interesses completamente diferentes do seu, sua atenção é direcionada para opiniões de outras pessoas como você.

Ainda assim, acredito que ainda não há uma solução perfeita para o problema. Talvez tenhamos que rever alguns conceitos e admitir que a “sabedoria das multidões” nunca foi a força motriz por trás dos grandes sites de user generated content. Talvez essa equação nunca tenha uma solução definitiva pois, assim como na vida, na web sempre haverá participantes ativos (que naturalmente serão mais influentes), bem como usuários passivos (que quase sempre serão menos influentes).

Apesar de tudo, acredito que ainda encontraremos uma saída “honrosa” para esse labirinto. A história recente da própria web, marcada por revoluções criativas sem precedentes (e inimagináveis até bem pouco tem atrás), nos dão a certeza de que, em pouco tempo, encontraremos uma solução aceitável para esse desafio. Afinal de contas a arquitetura descentralizada e não-hierárquica da web social, fazem dela solo fértil para o florescimento e a livre manifestação da “sabedoria das multidões”.

Quem viver verá!

Baixe aqui o estudo original

Hélio Teixeira é profissional de comunicação e pesquisador da Cultura Digital e dos processos comunicacionais mediados pelas novas mídias. Estudioso das tecnologias sociais digitais e dos mecanismos agregadores de inteligência coletiva em ambientes digitais. Participante ativo, com contribuições destacadas, em diversos fóruns acadêmicos de discussão da temática da Comunicação mediada por meios digitais nos Estados Unidos e na Europa. Atualmente dedica boa parte do seu tempo ao estudo da Psicologia Social aplicada ao que ele chama de “ambientes visuais-deliberativos digitais”.
Editor do Blog Chapa Branca. Veja os artigos já publicados por ele. Siga ele no Twitter!

Posts Relacionados

39 Comentários »

  • Bernardo says:

    Ainda não li seu post pois carece de um link para o estudo original. Abcs.

  • Hélio Teixeira says:

    Bernardo,

    Você realmente está correto. Me perdoe o lapso, de fato publiquei o post e esqueci de colocar o link. :-)

    Abaixo tem dois links onde você pode baixar o estudo completo do professor Vassilis Kostakos apresentado no 2009 IEEE International Conference on Social Computing:

    Direto no Chapa Branca:
    http://comunicacaochapabranca.com.br/wp-content/uploads/2009/11/0909.0237.pdf

    Ou ainda no Scientifc Commons:
    http://en.scientificcommons.org/50721670

    Grande abraço,

    Hélio Teixeira

  • [...] This post was mentioned on Twitter by anagaldino, Hélio Teixeira. Hélio Teixeira said: Estudo afirma: a “sabedoria das multidões” na web social é uma farsa. A multidão não existe! http://bit.ly/3VGhUV [...]

  • [...] Chapa Branca >> Estudo afirma: a “sabedoria das multidões” na web social é uma farsa. A multidão não existe! [...]

  • Bernardo says:

    VAleu Hélio, obrigado. Abraços.

  • Joe Gilmore says:

    Dear Helio Teixeira

    Congratulations for your talks in Washington this month. We want you here in January for the IEEE International Conference on Social Computing. I ask you to answer this week (for email or skype) if you can come.

    best regards,

    Joe F. Gilmore
    White House Office Science and Technology

  • Marcos Lima says:

    Hélio,

    Muito bom o seu blog. Conteúdo de primeira linha mesmo. Relevante, bem escrito, provocador, instigante… enfim, um ótimo lugar para se fugir do lugar comum.

    Parabéns!!!

    Marcos Lima

  • Hi Joe.

    First, I would like to thank you for all the attention that you and your team gave us during our stay in Washington. Thank you for everything!

    As for my availability in January, despite the schedule being too tight in the beginning of the next year, I’m sure I’ll be there to attend the event.

    Will be an honor for me to answer your call!

    Next monday, we will resolve all the details via skype.

    Regards,

    Hélio Teixeira

  • Xandre Lima says:

    O que eu questiono é a relevância comercial, digo, de business desta proposta. Conheço perfeitamente o conceito proposto em Wikinomics da sabedoria de multidões e “compartilhamento do problema” para resolução de entraves complexos, entretanto, por que os maiores players do mercado optam por envolver equipes menores em projetos, as chamadas células, ao invés de colocar um grande número de profissionais que, de acordo com esta teoria, seria mais sábio e traria mais idéias e conhecimento? Concordo com a heterogeneidade, mas acho que este é um conceito que até agora não funcionou dentro das empresas.

  • Hélio Teixeira says:

    Oi Xandre,

    É verdade que alguns grandes players ainda utilizam as chamadas células, formadas por equipes menores para tocar os seus projetos. Mas também é verdade que alguns grandes players como IBM, HP, Procter & Gamble, Avery Dennison, Pendulum, SAP, Eli Lilly and Company, Janssen, Solvay, GlobalGiving and The Rockefeller Foundation, só para citar alguns, estão abrindo as portas para a chamada “sabedoria das multidões” com a criação de iniciativas com o Innocentive Challenger.

    Outro ponto importante a ser destacado em seu comentário, é o fato de que o número de pessoas (a chamada multidão) é apenas um dos requisitos necessários para que haja uma manifestação da chamada “sabedoria das multidões”. Ou seja, mesmo que haja um número considerável de pessoas se debruçando sobre um problema, a “sabedoria das multidões” só se “manifestará” se os integrantes do grupo forem independentes o bastante e se existir um mecanismo adequado para agregar as opiniões individuais e traduzi-las em conceitos inteligíveis. Daí, é possível até que um grupo menor (que preencha os requisitos básicos) consiga ser “mais sábio”, ou “intelectualmente superior”, que um grupo maior (que não reúna tais requisitos).

    Quanto a heterogeneidade, não existe mais nenhuma dúvida quanto à sua importância na melhoria da qualidade das decisões coletivas. São inúmeros os estudos que apontam a diversidade como um valor intrínseco aos “grupos sábios”. Porém, é importante ressaltar que não estamos falando apenas da diversidade do ponto de vista sociológico, algo muito comum na maioria das grandes organizações nos dias de hoje, mas também da diversidade cognitiva, algo muito mais difícil de se conseguir em grupos pequenos.

    Portanto, mesmo que o princípio da “sabedoria das multidões” AINDA não esteja “norteando” as decisões estratégicas da maioria dos “grandes players”, acredito que dentro de pouco tempo essa situação se inverterá por completo.

    Grande abraço,

    Hélio Teixeira

  • Guto Moraes says:

    Hélio

    Muito boa a sua abordagem. Concordo com os seus argumentos.

    Parabéns pelo blog. Fantástico!

  • Regina Yanna says:

    Hélio

    Concordo com o Guto. Muito boas as suas colocações. Parabéns!

  • Túlio Jorge says:

    Hélio

    Realmente essa pesquisa é verdadeito um banho de água fria o que ocorre com o Wikipedia ainda mais para quem respira e defende o fluxo das informações dentro de modelos colaborativos.

  • Carlos Maranhão says:

    E bota ducha fria nisso!!!!

    Hélio parabéns pelo Blog. Um lugar fantástico para aprendermos!

  • Temístocles says:

    Hélio

    Também concordo com as suas colocações. Só acredito que tudo não passa de uma questão de tempo para que o gênio humano encontre o mecanismo agregador ideal.

    Parabéns pelo blog!

  • João Nesta says:

    Hélio

    Conheci recentemente o Luch – que você cita neste post – e achei muito interessante o approach deles.

    Acho que pode ser um caminho interessante…

  • George says:

    Também sou cadastrado no Lunch e gosto muito “Similarity Network” desenvolvido por eles. Faz muito sentido reunir pessoas em torno do conteúdo comum a eles. Acredito que esse pode ser um caminho…

  • Flávio Gusmão says:

    Conheci o Lunch aqui no Chapa e só posso dizer que tenho gostado muito do portal. Já conheci muita gente legal lá e acredito que o mecanismo de “rede de similaridade” desenvolvido por eles pode é um dos mais promissores que conheço…

  • Lucas F says:

    Hélio

    Muito boas as suas colocações. Parabéns!!!

  • Marcos Ferrão says:

    Interessante essa questão, Hélio. Aponta para os problemas/limites do modelo aberto colaborativo.

    Como você diz, não que ele não seja viável, ao contrário. Mas ainda é um experimento em processo, um desafio a ser superado.

    O desafio é qualidade x abertura. Que instrumentos podem garantir a coexistência dos dois num projeto dessa dimensão? Ainda é uma questão em aberto.

  • Sandra Munhoz says:

    Hélio

    Excelente post! Muito bom!

  • Luiz Puyol says:

    Hélio

    Muito legal essa discussão. Estamos promovendo um ciclo de debates sobre esse tema lá na Faculdade Maurício de Nassau. Você toparia participar como palestrante?

    Todos aqui admiram muito o teu trabalho e tenho certeza apreciariam muito a sua palestra.

  • Hélio Teixeira says:

    Oi Luiz

    Terei o maior prazer em participar desse ciclo de debates. Manda um email para heliolteixeira(arroba)gmail.com com as datas para a gente combinar melhor.

    Grande abraço

    Hélio Teixeira

  • Paulo Salles says:

    Hélio

    Muito interessante as suas colocações. É importante ressaltar que estamos diante de um mundo novo e que ainda temos muito que aprender com ele…

  • Renato Medeiros says:

    Hélio

    Parabéns pelo post. Pretendo usar algumas informações contidas nele em minha tese de dotourado.

    Mas não se preocupe, já vi a licença “CC atribuição e não comercial”… e vou segui-la à risca.

    Abração

  • Hélio Teixeira says:

    Oi Renato

    Fico muito feliz em poder ajudá-lo. Sinta-se a vontade para utilizar qualquer informação contida aqui. O Chapa foi criado exatamente para isso: COMPARTILHAR CONHECIMENTO!

    Grande abraço

    Hélio Teixeira

  • Rogerio Munhoz says:

    É isso aí Renato. Aqui a ideia é compartilhar mesmo. Sinta-se em casa!!!

  • Hélio Teixeira says:

    Grande Rogério

    Onde andas amigo? Há quanto tempo. Estive no Rio dias atrás e não consegui falar contigo.

    Grande abraço irmão

    Hélio Teixeira

  • Theo says:

    Oi Hélio

    Parabéns pela abertura e disposição em compartilhar. Pessoas como vocês do Chapa fazem a Web muito mais legal.

    Parabéns a todos!!!

  • Robert Burns says:

    Theo, Renato e demais

    Sejam muito bem-vindos ao maravilhoso mundo do Chapa Branca.

    Abraços

    Robert B

  • Edu Kiojo says:

    Hélio

    Parabéns pelo post mano. Muito bem escrito e com ótimos insihgts.

    Valeu!

  • Mirella says:

    Hélio

    Você viu esse artigo http://nepo.com.br/2009/11/25/o-lado-1-0-do-wikipedia/ do blog do Nepô?

    Os argumentos dele convergem com os seus…

    Abração

    Mirella Mullens

  • Hélio Teixeira says:

    Oi Mirella

    Vi sim. O Blog do Nepô é um dos melhores blogs da nossa blogosfera. Uma verdadeira jóia rara. Muito bom mesmo!!!

    Grande abraço

    Hélio Teixeira

  • carlos gattuso says:

    É isso aí galera. Vocês realmente entenderam qual o verdadeiro espírito do Chapa!!!

  • Hélio Teixeira says:

    Grande Gattuso

    Estava sumido irmão. Tudo bem contigo???

  • carlos gattuso says:

    Tudo tranquilo Hélio.

    Tô sabendo que você vai estar aqui em Salvador em fevereiro. É verdade?

  • Hélio Teixeira says:

    Vou sim. Tenho alguns compromissos aí logo depois do carnaval.

    Quando eu chegar aí te ligo pra gente conversar.

    Grande abraço

  • Lunch.com Communities Let You Build Your Own Niche Reviews Site | Startup Websites says:

    [...] Estudo afirma: a “sabedoria das multidões” na web social é uma … [...]

  • Estudo afirma: a “sabedoria das multidões” na web é uma farsa. A multidão não existe! – http://comunicacaochapabranca.com.br/?p=9079

Qual a sua opinião sobre este artigo?

Envie o seu Comentário abaixo, ou trackback a partir do seu próprio site. Você pode ainda assinar os comentários deste artigo via RSS.

Seja legal. Mande apenas o seu comentário. Não envie Spans.

Você pode usar esses tags:
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Para ter sua foto ao lado de seu comentário é preciso ter cadastro no site Gravatar. Tendo isso, sua foto será sempre exibida no CHAPA BRANCA e em qualquer outro lugar que também use o Gravatar.